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Acusação de assédio na VL voltou à reunião do executivo

O caso do alegado assédio moral laboral na Varzim Lazer foi levado à ultima reunião do executivo poveiro. Alguns trabalhadores da empresa municipal foram aos Paços do Concelho tentar obter respostas da presidente da Câmara e o representante Daniel Sousa, tal como tinha feito na Assembleia Municipal, interpelou Andrea Silva no período destinado à intervenção do público.

O porta-voz dos funcionários revelou que foi apresentada uma queixa-crime no Ministério Público, requerendo a abertura de um inquérito para averiguar as supostas práticas de uma responsável. Daniel Sousa acusou a autarquia e o conselho de administração da VL de nada fazerem sobre este caso, não respondendo aos pedidos de esclarecimento.

No final, Andrea Silva assegurou que a questão está a ser tratada internamente pela administração da Varzim Lazer e nada mais quis adiantar, considerando que a interpelação efetuada teve um cariz político e que aquele não era o local para se discutir o tema.

Depois de já ter apresentado uma participação à Autoridade para as Condições de Trabalho, a Aliança Poveira defendeu que as denúncias que foram feitas reforçam a opinião que a coligação tem sobre o funcionamento da empresa municipal. João Trocado espera que o caso seja tratado e forneça respostas, indo de encontro às intenções dos funcionários queixosos.

Sobre este caso, os vereadores do Chega também se queixaram que não foram fornecidos os documentos que o partido solicitou. Mário Lima, que é também administrador na VL, quer saber como o processo está a ser tratado internamente e referiu que está disponível para falar do que sabe se também for questionado pela justiça, afirmando-se tranquilo com o que venha a suceder.

As declarações podem ser ouvidas na edição local.

VianaCar

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