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Windfloat "despede-se" de Aguçadoura com saldo positivo

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Windfloat "despede-se" de Aguçadoura com saldo positivoAdeus Windfloat, ao largo de Aguçadoura. Tudo começou em 2011. Após cinco anos, chegou a fim o período de testes da plataforma eólica offshore, com dois megawatts de potência e injeção na rede elétrica nacional de mais de 17 gigawatts /hora de energia, cobrindo o consumo de eletricidade de mais de 1400 famílias. O consórcio liderado pela EDP Inovação considera que “os cinco anos de atividade do Windfloat provaram a fiabilidade da solução tecnológica em condições climatéricas adversas”. João Metelo, presidente da Principal Power, parceiro tecnológico deste projeto, faz um balanço “extremamente positivo”. No próximo mês, começa o desmantelamento do Windfloat no mar da Póvoa. A colaboração com as entidade públicas locais, como a Câmara Municipal ou a Capitania,  por exemplo, revelou-se foram fundamental, acentuaJoão Metelo. Andrea Silva, vereadora do Ambiente na Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, não esconde a satisfação pelo êxito do projeto. Colocou a Póvoa nas bocas do mundo e “no mapa das energias renováveis amigas do ambiente”,  sublinhou Andrea Silva numa sessão pública  no Diana-Bar, , para divulgação das principais conclusões dos cinco anos de testes da plataforma eólica,   que  a partir do próximo mês  vai deixar de fazer parte da paisagem marítima de Aguçadoura.

As declarações podem ser ouvidas na edição local.

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                       

 

Comentários  

+1 #1 Germano 08-07-2016 22:26
Mas, então, 5 anos de testes e de tanto sucesso, 1700 familias a beneficiar de tanta injecção de megawatts, e vão levantar o equipamento.
Será que é um bom projeto?
Será que acabaram os financiamentos?
Será que o periodo de tempo de experiência chegou ao fim. O que faz sentido, é que continuem ligados a fornecer energia à rede e se são projetos rentáveis???, que passem da fase da experiência para a produção e que com tanta injecção de megawatts, baixem o preço da energia na Póvoa.

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