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Direção considera penhora de Nuno Ribeiro ataque ao Varzim

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2cv povoaO Varzim esclareceu esta segunda-feira, em comunicado, que o seu autocarro foi penhorado por causa de um processo executivo movido por Nuno Ribeiro, que exerceu as funções de diretor-geral, durante a vigência na anterior direção, tendo ido a tribunal reclamar o pagamento de onze mil euros, “a título de retribuições vencidas não pagas e indemnizatória compensatória, acrescido de juros de mora”. A direção do Varzim utiliza a expressão “ataque ao património do clube” para referir-se à ação executiva que é permitida porque, no dia anterior às eleições para os órgãos sociais do clube, houve membros da direção liderada por José Manuel Lopes de Castro que outorgaram uma confissão de dívida a Nuno Ribeiro no valor dos tais onze mil euros.

Perante a situação agora criada, a direção presidida por Pedro Faria considera que a “imobilização do veículo visa apenas a paralisação da atividade do clube” até porque logo após a instauração do processo por Nuno Ribeiro, “foi promovida a penhora de um crédito do Varzim sobre o Atlético de Madrid” e, assim sendo, a quantia reclamada “sempre estaria garantida por essa via”. O Varzim reconhece que a paragem forçada do autocarro causou “diversos transtornos”, nomeadamente nas camadas jovens, mas foi possível ao clube comparecer a todos os jogos, “graças ao esforço e compreensão de todos”.

Por outro lado, é aproveitado o comunicado para dizer que o Varzim tem sido alvo “nos últimos tempos” de mais processos judiciais de reclamação de “montante avultados”, inclusive um movido pelo anterior presidente, Lopes de Castro, que “impossibilita o clube de receber pequenas receitas a que tem direito”. Há até, lê-se no comunicado, o desagrado de patrocinadores do Varzim que recebem notificações da penhora movida por Lopes de Castro, cada vez que se prontificam a ajudar o clube. A fechar, a direção diz que, desde que tomou posse, tem honrado os seus compromissos e sobre o passado está a procurar resolver os processos judiciais pendentes, agradecendo a todos os credores que têm demonstrado “grande compreensão e tolerância”. Em paralelo, Pedro Faria e seus pares prometem, “aconselhar-se juridicamente, de modo a actuar judicialmente com vista à defesa dos interesses patrimoniais do Clube”. 

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